Optiglow® HM: um aliado frente aos inimigos invisíveis 

IRAS | Optiglow HM

Conheça os principais riscos de contaminação pelas mãos e como a adesão às boas práticas de higiene pode ajudar na prevenção e na redução de transmissão de doenças.

A pele, o maior órgão do corpo humano, nos coloca em contato direto com o mundo externo. Por meio dela, sentimos as texturas, as temperaturas e todas as formas de vida do lado de fora. Assim, a pele nos permite experimentar. No entanto, por conta dessa exposição, a pele acaba por ser também um reservatório de diversos microrganismos – como vírus e bactérias – que podem ser prejudiciais à saúde humana e que podem ser transmitidos de uma pessoa para outra – por meio de contato direto (pele com pele) ou indireto (pelo contato com objetos e/ou superfícies contaminadas).

Desse modo, é fundamental manter a higiene das mãos e a limpeza das superfícies, que estão a todo instante em contato com algo ou alguém. A premissa da higienização das mãos para prevenção de doenças ganha ainda mais ênfase quando falamos das mãos dos profissionais de saúde, pois, infelizmente, elas podem ser a principal fonte de infecção para os pacientes submetidos aos cuidados clínicos, colaborando, assim, com a disseminação das IRAS (infecções relacionadas à assistência à saúde). 

Então, pensando no cuidado e no bem-estar dos profissionais da saúde e de seus pacientes, preparamos este artigo para falar sobre os riscos de contaminação pelas mãos e para mostrar como é possível gerar maior adesão às boas práticas sanitárias, focando na prevenção e na redução de transmissão de doenças. Vamos lá?

Mãos: “ferramentas” que cuidam, mas que também são fontes que favorecem as IRAS? Como assim? 

Vamos te responder esta pergunta já, já, mas, primeiro, você tem idéia do que seja contaminação cruzada? Para começar, é preciso destacar que a contaminação cruzada é um termo utilizado nos espaços de saúde e que merece muita atenção. 

Isso porque, quando há uma contaminação cruzada, significa que houve a transferência de microrganismos de uma pessoa para uma superfície ou um objeto, por meio das mãos – que gerou contaminação em uma outra pessoa. 

Em ambientes como hospitais, clínicas e laboratórios, a infecção cruzada representa riscos graves, causando infecções em pessoas já fragilizadas. Além disso, casos de contaminação cruzada podem afetar a imagem e reputação de profissionais e espaços de cuidado. 

E como podemos diminuir a contaminação cruzada?

Como dissemos, as mãos são nosso contato com o mundo e instrumentos de cuidado. No entanto, são também veículos que acumulam e transmitem microorganismos. Como tudo está nas mãos, a forma de reduzir a contaminação cruzada também está nelas, em nossas mãos e trata-se de algo bastante simples. 

Para que as chances de contaminação sejam reduzidas, basta que os profissionais de saúde adotem, de forma rigorosa e habitual, práticas como a higienização das mãos, o uso correto de luvas e a desinfecção rotineira de superfícies.

Embora seja simples, infelizmente, muitas vezes, os profissionais na área da saúde, por diversas razões, acabam por negligenciar essas práticas, tendo baixa adesão aos procedimentos de higiene e limpeza, aumentando, consequentemente, os casos de IRAS.

Aqui, vale a pena lembrar que, em 2009, a OMS (Organização Mundial da Saúde), pensando em muitas estratégias para estimular a higiene das mãos, lançou a campanha: “SAVE LIVES: Clean Your Hands global campaign”. Com o foco de promover e estimular a higienização das mãos na área da saúde, a instituição criou, dentro dessa campanha, a metodologia dos cinco momentos para a higienização das mãos.

E, como “padrão ouro” para essa metodologia, foi adotada a utilização do produto alcoólico para garantir a higiene das mãos, representando, assim, maior rapidez, facilidade de acesso e eficácia.

Desde então, todo ano, no dia 05 de maio, a data serve como referência e alerta para unir as pessoas em prol da higiene correta e recorrente das mãos. A cada ano a proposta da OMS traz um lema e um ponto de reflexão para os profissionais de saúde.

Mas você conhece quais são os “05 momentos para a Higiene das Mãos” propostos pela OMS?

Vamos te contar aqui. Veja só:

A correta higienização das mãos deve ocorrer em 5 momentos específicos:

  1. antes de tocar o paciente;
  2. antes da realização de procedimento limpo/asséptico;
  3. após o risco de exposição a fluidos corporais ou excreções;
  4. após tocar o paciente;
  5. após tocar superfícies próximas ao paciente.

Segundo a OMS, mesmo que higiene das mãos seja um tema recorrente em treinamentos na área da saúde, pesquisadores afirmam que a adesão à prática de higiene das mãos merece atenção, já que, em muitos serviços de saúde, a adesão não chega a 40%.

De acordo com informações do Ministério da Saúde, as infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS) são responsáveis por afetar centenas de milhões de pessoas em todo o mundo. Nos países desenvolvidos, essas infecções representam cerca de 5% a 10% das internações hospitalares. Já nos países em desenvolvimento, elas podem acometer mais de 25%.

Então, para ajudar os profissionais da saúde, temos mais uma arma: o simulador de contaminação Optiglow® HM, conhece? 

Ainda não? Tudo bem, vamos contar um pouco sobre ele e como a sua função pode servir como um grito de alerta em relação à contaminação das mãos. 

Optiglow® HM foi desenvolvido para ajudar nas campanhas de incentivo e no treinamento dos profissionais de saúde, pois revela como as mãos podem se contaminar ao tocar outra mão ou superfície contaminadas. Também demonstra como a simples higiene com água e sabonete não é suficiente para eliminar a contaminação.

Trata-se de uma solução aplicada na forma de espuma, que contém um agente capaz de simular a impregnação de microrganismos nas mãos, que podem ser vistos sob luz ultravioleta (UV) de alto comprimento de onda.

Desse modo, Optiglow® HM simula a presença de germes, até então invisíveis ao olho nu, expondo e mostrando ao profissional o quanto é importante higienizar as mãos de forma correta. 

  • Como utilizar o Optiglow® HM?

Realizar o uso correto do simulador é fundamental para se alcançar os resultados. Então:

1. lave as mãos com água e sabão, de acordo com a técnica recomendada pela ANVISA, e verifique se estão bem limpas;

2. aplique Optiglow® HM na palma da mão e espalhe o produto grosseiramente no dorso e entre os dedos das mãos. Não esfregue. Apenas espalhe suavemente. Verifique as mãos a olho nu. Não será possível enxergar nenhuma mudança. As mãos estarão aparentemente limpas a olho nu. 

3. quando as mãos estiverem secas, escureça o ambiente e volte a observá-las sob a luz da lanterna.

  • Leitura do resultado

Com a lanterna UV será possível verificar que, mesmo com a realização da técnica correta de higiene de mãos, ainda haverá fluorescência nas mãos, indicando a presença de contaminantes. 

4. lave as mãos novamente com água e sabão e volte a verificar sob a luz da lanterna. Você ainda verá traços de contaminação, demonstrando que a higiene normal com água e sabão não é suficiente para remover contaminantes, principalmente nas interdigitais.

Por isso, é fundamental higienizar as mãos com solução alcoólica, mesmo quando elas estão visivelmente limpas. Esta é a função do Optiglow® HM , revelar aos profissionais que as mãos são reservatórios de contaminantes invisíveis (possivelmente germes), e que a simples higiene pode não ser capaz de remover toda a sujeira.

É importante lembrar que Optiglow® HM apenas simula a contaminação por germes. Ele é totalmente seguro para as mãos. A limpeza das mãos com solução alcoólica também não removerá a simulação de contaminação. Fique tranquilo, ela sairá da sua pele naturalmente, com o tempo. 

Para finalizar este artigo, saiba que pode contar com a Oleak e nossas soluções em higiene e limpeza profissionais para melhores práticas sanitárias, para prevenção de doenças e para promoção da saúde e do bem-estar de todos.

Esperamos que as informações compartilhadas aqui possam ser úteis para aumentar a adesão às regras de higiene das mãos e para a contenção das doenças, pois a nossa principal missão é ajudar médicos e demais profissionais de saúde a salvar vidas nos ambientes de auxílio à saúde. 

Até o próximo! 

Fonte: Ministério da Saúde

Leia também