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Sarampo: o que é, sintomas, transmissão e como prevenir a doença

Saiba identificar os sintomas do sarampo, entender sua forma de transmissão e conhecer as principais medidas para prevenir a doença

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Sarampo

Mesmo após o Brasil recuperar o status de país livre da circulação endêmica do sarampo, a doença continua exigindo atenção. Isso ocorre principalmente devido ao aumento de casos em outros países, aliado à queda da cobertura vacinal em algumas regiões. Por isso, as autoridades estão em alerta para o risco de novos casos importados e surtos localizados de sarampo.

Trata-se de uma doença altamente contagiosa que pode causar complicações, especialmente em crianças pequenas, gestantes e pessoas com baixa imunidade. A boa notícia é que o sarampo pode ser prevenido através da vacinação e de medidas de controle da transmissão. Entenda mais sobre o que é o sarampo, sua transmissão, sintomas e formas de prevenção ao longo deste artigo.

O que é o sarampo?

O sarampo é uma doença infecciosa causada por um vírus da família Paramyxoviridae, gênero Morbillivirus, que afeta o sistema respiratório. Por ser extremamente contagioso, uma única pessoa infectada pode transmitir o vírus para diversas outras pessoas que não estejam protegidas. Embora seja frequentemente associado à infância, qualquer pessoa que não esteja imunizada pode contrair a doença.

Nas últimas décadas, campanhas de vacinação reduziram significativamente os casos em diversos países. Ainda assim, surtos continuam ocorrendo devido à queda na cobertura vacinal ou à introdução do vírus no Brasil por viajantes.

Por que o sarampo voltou a preocupar?

Nos últimos anos, diferentes países registraram aumento no número de casos de sarampo. Esse cenário levou autoridades de saúde a reforçarem campanhas de vacinação e vigilância epidemiológica.

No Brasil, a maior parte dos casos recentes está relacionada à importação do vírus. Ou seja, o microrganismo chegou ao país por meio de pessoas que viajaram para países com circulação ativa da doença. E, quando encontra grupos com baixa cobertura vacinal, o vírus pode provocar surtos localizados.

Recentemente, o Brasil recuperou a certificação de eliminação da circulação endêmica do sarampo em 2024. Mas, com a queda da cobertura vacinal em diversos países do mundo, a vigilância continua sendo uma ferramenta fundamental. Casos confirmados em 2026 reforçam que o risco de reintrodução da doença permanece.

Segundo dados da OMS, a vacinação contra o sarampo evitou quase 59 milhões de mortes entre 2000 e 2024. Em 2025, 84% das crianças do mundo receberam a primeira dose da vacina contra o sarampo. Este número é ligeiramente menor do nível registrado antes da pandemia (86% no ano de 2019). Apesar disso, estima-se que, em todo o mundo, 95.000 mortes aconteceram em 2024 por conta do sarampo. A maioria das vítimas foram crianças menores de 5 anos não vacinadas ou com vacinação incompleta.

Como acontece a transmissão do sarampo?

O vírus do sarampo é transmitido pelo ar, principalmente por meio de gotículas e aerossóis liberados. Isto acontece quando uma pessoa infectada tosse, espirra, fala ou respira. Por isso, ambientes fechados e com grande circulação de pessoas favorecem a disseminação da doença.

É importante destacar que o vírus permanece ativo e contagioso no ar ou em superfícies infectadas por até duas horas. Por esse motivo, ele é altamente contagioso.

É importante considerar que uma pessoa pode transmitir o vírus antes mesmo de perceber os primeiros sintomas, facilitando sua propagação. Em serviços de saúde, onde podem circular pacientes infectados, medidas rigorosas são essenciais para reduzir o risco de transmissão.

Quais são os sintomas do sarampo?

Os primeiros sintomas costumam ser semelhantes aos de outras infecções respiratórias, o que pode dificultar o reconhecimento nos primeiros dias. Os sinais mais comuns incluem:

  • febre alta;
  • tosse;
  • coriza;
  • olhos vermelhos e lacrimejantes;
  • mal-estar;
  • pequenas manchas brancas na parte interna da boca.

Os sintomas do sarampo geralmente começam a aparecer de 7 a 14 dias após a exposição ao vírus. Após alguns dias, surgem as manchas vermelhas características da doença. Estas erupções cutâneas proeminentes são o sintoma mais visível. Geralmente, elas aparecem primeiro no rosto e atrás das orelhas, espalhando-se depois para o restante do corpo.

Sempre que houver suspeita de sarampo, é importante procurar atendimento médico e evitar contato do infectado com outras pessoas.

Quem apresenta maior risco de complicações?

Na maioria das pessoas saudáveis, o organismo consegue eliminar o vírus do sarampo naturalmente. Entretanto, algumas populações apresentam maior risco de desenvolver complicações, como, por exemplo:

  • crianças;
  • gestantes;
  • idosos;
  • pessoas com imunidade comprometida.

As complicações podem incluir pneumonia, infecções de ouvido, diarreia, cegueira e, em situações menos frequentes, encefalite, podendo levar à hospitalização. Por isso, o diagnóstico precoce e as medidas de prevenção são fundamentais.

No caso de mulheres gestantes, contrair o sarampo durante a gravidez é extremamente perigoso. Pode resultar em aborto espontâneo ou no nascimento prematuro do bebê, que pode nascer com baixo peso.

Existe tratamento para o sarampo?

Não existe um medicamento específico capaz de eliminar o vírus do sarampo. O tratamento é voltado para aliviar os sintomas, manter uma boa hidratação, controlar a febre e acompanhar possíveis complicações. Além disso, a pessoa infectada precisa ficar de repouso e isolada, para evitar contaminar outras pessoas. Por esse motivo, a prevenção continua sendo a estratégia mais eficaz para evitar a doença.

Como prevenir o sarampo?

A principal forma de prevenção do sarampo é a vacinação, uma medida importante para controlar a circulação do vírus. A vacina contra o sarampo faz parte do calendário nacional de imunização e está disponível na rede pública de saúde. Além da vacinação, outras ações ajudam a reduzir o risco de transmissão, principalmente durante os surtos da doença:

  • identificar rapidamente os casos suspeitos;
  • isolar pacientes, quando necessário;
  • reforçar a higiene das mãos;
  • utilizar equipamentos de proteção individual conforme os protocolos;
  • realizar a limpeza e a desinfecção adequada das superfícies.

Em ambientes de assistência à saúde, essas medidas reduzem o risco de transmissão cruzada entre pacientes, profissionais e visitantes.

Optigerm Oxikill: eficácia comprovada contra o vírus do sarampo

Embora a transmissão do sarampo ocorra principalmente pelo ar, a desinfecção de superfícies é fundamental no combate às IRAS. Superfícies frequentemente tocadas podem contribuir para a disseminação de diferentes microrganismos quando não são higienizadas corretamente. Por isso, a desinfecção de superfícies com produtos de eficácia comprovada é um fator importante para promover ambientes mais seguros.

O Optigerm Oxikill, da Oleak, possui laudos que comprovam sua eficácia contra o vírus do sarampo e muitos outros microrganismos. Todas estas certificações foram emitidas por laboratórios pertencentes à Rede Reblas. Além disso, limpa, alveja e desinfeta em apenas uma operação e possui eficácia comprovada mesmo na presença de matéria orgânica.

Conta com um poderoso blend de ativos com quaternário de amônio de 5ª geração, peróxido de hidrogênio e biguanida polimérica. Assim, promove a desinfecção de superfícies e artigos não críticos de forma prática, combatendo as IRAS em ambientes de saúde.

Um dos diferenciais do Optigerm Oxikill é a sua diluição única de 1:100 para a maioria dos microrganismos. Assim como o efeito residual de 7 dias e a validade da solução diluída de 30 dias. Isso facilita a operação nos ambientes de assistência à saúde, garantindo a segurança sem a necessidade de realizar diluições diferentes em cada contexto.

O sarampo é uma doença que pode ser prevenida e controlada, desde que medidas adequadas sejam adotadas. A vacinação continua sendo a principal estratégia para impedir a circulação do vírus. Mas a prevenção também envolve diagnóstico precoce, isolamento de casos suspeitos, higiene das mãos e protocolos eficientes de desinfecção.

Em ambientes de assistência à saúde, investir em soluções com eficácia comprovada é fundamental para o controle de infecções. O Optigerm Oxikill oferece uma solução confiável para a desinfecção de superfícies, contribuindo para ambientes mais seguros para todos.

Perguntas frequentes sobre o sarampo

O sarampo é contagioso?

Sim. O sarampo é uma das doenças virais mais contagiosas conhecidas e pode ser transmitido facilmente para pessoas que não estejam imunizadas, seja pelo ar ou por contato.

Qual é o primeiro sintoma do sarampo?

Geralmente, os primeiros sintomas são febre alta, tosse, coriza e olhos avermelhados. As manchas vermelhas costumam surgir alguns dias depois.

Existe cura para o sarampo?

Não existe um tratamento específico contra o vírus. O tratamento é de suporte, como o foco no alívio dos sintomas, enquanto o organismo combate a infecção.

Como prevenir o sarampo?

A vacinação é a principal forma de prevenção. Em ambientes de saúde, também são fundamentais medidas como higiene das mãos, isolamento de casos suspeitos, uso de EPIs e desinfecção adequada das superfícies.

O sarampo pode voltar a causar surtos?

Sim. Sempre que há redução da cobertura vacinal ou entrada do vírus por viajantes provenientes de regiões com circulação ativa, existe o risco de ocorrência de surtos localizados.

Referências

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/sarampo/situacao-epidemiologica

https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/notas-tecnicas/2026/nota-tecnica-conjunta-no-116-2026-dpni-svsa-ms.pdf/view

https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/sao-paulo-ja-soma-7-casos-de-sarampo-neste-ano

https://www.einstein.br/n/glossario-de-saude/sarampo

https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/measles

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